Nestas estatísticas publicadas no volume coord. por Nuno Valério (Estatísticas Históricas Portuguesas, vol. II, 2001), observa-se, entre 1900 e 1940 um aumento do número de indivíduos "sem religião" de 1454 para 347264. Ora, pelas minhas contas, relativamente à população recenseada, trata-se de um aumento de 0,03% para 4,5%. É significativo! Em contrapartida, de 1940 para 1960, essa percentagem diminuiu para 1,7%. Como explicar estas variações? Desvios causados pelo método de elaboração das estatísticas ou fenómeno real de secularização/ confessionalização? Notar também as variações relativas aos "outros cristãos" e aos "não cristãos". Que há por detrás destes números?
terça-feira, 10 de março de 2009
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